De sorriso fácil, espirituosa e multitarefas: confira nosso bate-papo com Myriam, sócia-proprietária da Lavanderia Martins & Souza

Mymi, Myroca, Myruca… “Cada um me vê pelo filtro dos seus óculos!”. Dessa maneira despretensiosa, se apresenta a nossa entrevistada, querida amiga e parceira do GdM desde sempre: Myriam Lucia Martins de Souza. À frente da Lavanderia Martins & Souza, idealizada pelo patriarca da família, Sr. Lourival, Myriam se mudou com a família para Itajubá em fevereiro de 1982 e aqui escreveu a sua história, que agora ela compartilha conosco. Confira!


Myriam por Myriam
“Estou Myriam, porque sei que sou mais do que isso. Durante essa minha existência! Mas, sou chamada por vários nomes: Mymi, Myroca, Myroca, Myruca… cada um me vê pelo filtro de seus óculos. Meu corpo está com 57 anos, porque meu espírito tem muito mais do que isso, mas ainda na escola da vida! Quanto às raízes dessa minha existência agradeço a minha mãe Myrthes e ao meu pai Lourival por terem me dado a oportunidade de estar aqui e agora juntamente com meus irmãos de aventura, Myrna, Maury e Mayse. Digo aventura porque considero estar viva uma aventura a ser desbravada a cada dia! Grandes aprendizados!”


Mais itajubense
“Nasci em Santos, mas sou mais Itajubense do que santista. Moro aqui desde fevereiro de 1982, há 39 anos!! Itajubá ganhou meu coração. É uma cidade que sabe receber pessoas de fora. Talvez por isso seja uma cidade universitária (grande dúvida, quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha, rsrsrs). Quando estava para entrar na faculdade minha mãe resolveu se mudar de Santos. Não sabia exatamente para onde ir. Myrna, minha irmã, tinha estudado com uma amiga que era “filha de Itajubá”. Aí, meus pais resolveram vir passar uma semana, no mês de novembro de 1981, aqui para conhecer a cidade, já que essa colega da Myrna falava tão bem daqui. Realmente, na época, a cidade era referência em escolas, inclusive preparatórias para as universidades. Como era relativamente perto de Santos, dois meses depois, estávamos nos instalando aqui! Foi realmente radical essa mudança!”


Escolhas profissionais
“Minha formação é diversificada… Passei por um custo técnico de Tradutor e Intérprete, depois fiz Análise de Sistemas em Santa Rita do Sapucaí. Foi nessa época que meus pais foram convidados para abrir a Lavanderia no 4º BECmb. Voltando aos estudos… Como não consigo parar de estudar, resolvi fazer Economia na FACESM, mas não acabei. Surgiu uma oportunidade de me mudar para Alfenas, onde cursei 1 ano de Psicologia. Voltando para Itajubá, abri outros negócios próprios, entre eles uma escola de informática no SESI/SIMMMEI, fechei um pouco antes da minha mãe falecer. Graças a Deus, tive a oportunidade de acompanhar esse período dela!Quem administrava a Lavanderia até então era meu pai que levou essa empresa com muito afinco, como se estivesse comandando os navios, já que a experiência dele é essa: Comandante da Marinha Mercante! Com o falecimento da minha mãe, tudo foi reestruturado, assim como a Lavanderia que ficou para eu administrar, desde 2008, com o auxílio do papai já que ninguém pode negar a experiência dele, né?!”


“Valores que nos unem”
“Administrar um negócio familiar é administrar duas coisas: o negócio e a família (rsrsrs). Tenho uma vantagem, meus sócios não estão aqui em Itajubá… Estão espalhados pelo mundo. Estou à frente da Lavanderia porque ela está em Itajubá e eles não (rsrsrs). Se você reparar todos os quatro filhos têm Y nos nomes, todos temos as mesmas iniciais no nome completo, traduzindo isso para a família: temos valores que nos unem. Inclusive o fato de estarmos todos separados. Minha mãe falava que somos do mundo. Isso facilita a nossa integração. Outra coisa é definir qual é o real objetivo da Lavanderia: Para quê existe a lavanderia? Para ajudar pessoas nos seus afazeres diários? Fazer o bem aos familiares? Fazer o bem à comunidade? Fazer o bem aos funcionários? Fazer o bem à ecologia? Esses são somente algumas das questões que me faço sempre.”


Terapias integrativas
“Quando tratamos de terapias alternativas, trocamos uma coisa pela outra. Quando tratamos de terapias integrativas agregamos terapias. Na Universidade Holística do Brasil (UHB), em Maria da Fé, me tornei uma terapeuta holística. Como terapeuta, usamos várias técnicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas que nos procuram. Entre as técnicas, está a Fitoterapia. A Aromaterapia está dentro dessa área. As plantas fazem milagres na nossa vida. Temos que lembrar que fazemos parte da natureza. Quanto mais nos aproximamos dela, mas saudáveis somos.”


doTERRA
“O mercado de Aromaterapia no Brasil está crescendo, apesar de ser uma técnica milenar. Os pré-históricos já usavam, percebe-se nos afrescos encontrados em cavernas. Há registros de óleos essenciais terem sido usados no Egito na época de Cleópatra. Tem passagens na Bíblia que falam de óleos essenciais. No Brasil, após a entrada da doTERRA, há três anos, está se falando muito mais a respeito. A doTERRA chegou até mim (rsrsrs). Minha mãe sempre nos tratou de forma natural: homeopatia, fitoterápicos e outras coisinhas mais. A gente sempre se identifica com algumas técnicas de terapias integrativas. Na época, eu estava procurando mais informações sobre essa técnica. Como o universo nos dá respostas quando perguntamos direitinho, uma colega de UHB, Viviane Amaral, me convidou para um workshop em São Lourenço para conhecer esses óleos. De pronto aceitei! Foi quando saí de lá com uma caixa contendo 10 óleos essenciais. A farmacinha que resolve 85% dos ‘probleminhas’ domésticos. Entrei para conhecer e usar os óleos. Sabe como é, mulher gosta de contar para os outros as coisas que funcionam conosco. Assim, eu comecei a falar para as outras pessoas como os óleos estavam melhorando a minha vida e de todos aqui de casa. Até dos meus cães. (Rsrsrs)”.


“Empresa do 3º Milênio”
“Como terapeuta holística, sei que os desafios físicos começam bem antes dos óleos essenciais. Podem começar energeticamente, emocionalmente até chegarem ao corpo físico. Então, os benefícios vão desde físicos, emocionais, energéticos, estéticos e até financeiros. Pessoas equilibradas pensam em tudo, né?! As formas de utilização são basicamente: cheirar, passar e alguns, podemos até ingerir. Você sabia que podemos cozinhar com óleos essenciais? Minha primeira experiência com a culinária foi fazer um brigadeiro com Hortelã Pimenta. Ah! É muito importante dizer que eu só indico para consumo interno óleos da doTERRA. Eles têm um Certificado de Pureza Testada e Garantida (CPTG) e autorização da ANVISA para isso, e, mesmo assim, nem todos os óleos podem ser ingeridos. Quanto à aquisição dos óleos pode ser através de nós, Consultores de Bem Estar. Eu e minhas irmãs somos consultoras. Há benefícios financeiros na compra ou como consultora. Nos procurem para saber as vantagens. Garanto que vão se surpreender com os benefícios da doTERRA. É uma empresa do 3º Milênio, ética, com valores, focada no ser humano, com remuneração baseada na meritocracia. Além de ser uma empresa preocupada com o mundo que irá deixar para as próximas gerações. Tenho aprendido muito com a doTERRA e aplicado na Lavanderia.”


Trabalho voluntário
“Minha avó foi presidente das Voluntárias da Santa Casa de Santos. Já naquela época, havia um grupo de mulheres que trabalhavam como voluntárias no hospital para levantar recursos para quem não tinha. Criamos em Itajubá um grupo chamado Anjos da Pá Virada, atuávamos no Hospital Escola, nos anos 2000. Desde então quis fazer a diferença na vida das pessoas. Minha mãe foi voluntária em uma entidade, em Santos, chamada Lar das Moças, onde ensinava pessoas a ler em braile. Outro exemplo em que me espelho é a minha irmã caçula, a Mayse, uma pessoa iluminada que tem me ensinado muito. Tem me mostrado que o mundo ao nosso redor pode ser melhor com pequenos atos de doação, seja de dinheiro, seja de comida, seja de um agasalho, seja somente de atenção. Ela tem um projeto que se chama Garagem da Alegria em Campinas, onde pessoas deixam doações e outras pegam para direcioná-las. Eu fiquei chocada quando ela me disse que as pessoas em situação de rua precisam de roupas íntimas. Eu nunca tinha pensado em nessa necessidade. Uma das donas da doTERRA, Emily Wright, fala sempre uma frase que me toca muito: ‘Seja a resposta da oração de alguém’. Eu diria para as pessoas que querem ajudar, exatamente o que a frase da Emily fala. Hoje em dia, eu não julgo mais para quem dou. Eu simplesmente dou.”


E o lazer?
“Essa pergunta me fazem sempre. A sabedoria está em fazer o que gosta, não esperar o final de semana para isso. Assim, você tem mais ânimo para acordar todos os dias. Tenho que confessar, no final do dia quero desligar porque ninguém é de ferro.”

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